Home / Educação  / ORIENTAÇÃO DA PSICOPEDAGOGA – Alienação parental: um prejuízo ao desenvolvimento da criança, por Ada Carvalho

ORIENTAÇÃO DA PSICOPEDAGOGA – Alienação parental: um prejuízo ao desenvolvimento da criança, por Ada Carvalho

O cenário é mais ou menos assim: alguns pais, que se separam litigiosamente, usam os filhos para punir o parceiro ou a parceira.

O cenário é mais ou menos assim: alguns pais, que se separam litigiosamente, usam os filhos para punir o parceiro ou a parceira. Atitudes nada incomuns que só prejudicam o bom desenvolvimento da criança.

Os casos mais frequentes desta da alienação parental estão associados à situações em que um dos cônjuges tenta romper o elo de afetividade dos filhos com o outro cônjuge ou, ainda, avós, tios e outros parentes, que difama um dos pais, contando histórias, verdadeiras ou não, com a finalidade de manchar a imagem ou mesmo construir uma imagem negativa a partir de mágoas e raiva.

Muitas vezes, um dos maiores fatores que motivam a alienação parental é a forma com que os pais rompem a vida conjugal, gerando em um dos genitores sentimentos de raiva e vingança. Nesse processo, os filhos passam a ser o instrumento da vingança.

O prejuízo que a alienação parental causa é enorme e vai depender também do grau de alienação. O mais comum é a ansiedade nessas crianças, adolescentes ou jovens, o que dificulta no aprendizado e na socialização. Além disso, é importante para os filhos a convivência em harmonia com os pais. Em casos de separação, marido e mulher se afastam, mas devem lembrar que nunca deixam de ser os pais deles.

Os sintomas patológicos que a alienação parental causa à criança são preocupantes: dificuldade de aprendizagem, depressão, problemas de autoestima, culpabilização pela separação dos pais, ansiedade, dentre outros. Por isso é preciso cuidar do problema antes que ele alcance proporções difíceis de se contornar.

Alienação parental é crime!

O Brasil é um dos raros países do mundo que tem uma legislação específica sobre o assunto. Em 27/8/2017, comemoramos os sete anos da Lei 12.318, que veio definitivamente solidificar esse importante conceito, como se vê em seu artigo 2º: “Considera-se ato de alienação parental a interferência na formação psicológica da criança ou adolescente, que promovida ou induzida por um dos genitores, pelos avós ou pelos que tenham a criança ou adolescente sob sua autoridade, guarda ou vigilância, para que repudie o genitor ou que cause prejuízos ao estabelecimento ou à manutenção de vínculos com este. A lei foi criada para defender a criança, mas defenda seu filho você mesmo!

Psicopedagoga Ada Carvalho
Avenida: Biu de Deda, 531 – 1º Andar

(Conhecida como Rua dos Pacas)
Santa Cruz do Capibaribe-PE
Fone/WhatsApp – (81) 99681-5201

Não hà coment;arios

Comentário do Post