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A separação dos pais – Cada idade do filho(a), uma reação diferente (Parte II)

A psicopedagoga lhe ajudará à entender melhor e saber como lidar com as crianças durante esta fase

Mais um post incrível assinado pela psicopedagoga Ada Carvalho, onde ela fala sobre como os pais devem lidar com as crianças que passam pela separação junto com eles. Aqui nós mostraremos a parte 2 do assunto, se você não viu a parte 1, veja agora clicando -> AQUI.

Abaixo confira a parte 2:

7 aos 10 anos

A partir dos 7 anos, as crianças conseguem formar conceitos, percebem o que está acontecendo, tem um julgamento mais apropriado da situação. Tendem a fazer muitas perguntas e a manifestar tristeza e descontentamento de maneira clara e direta. O que elas precisam? De colo.

Quanto maior a criança, maiores são suas condições psíquicas para lidar com a ruptura. Mesmo assim, há o sofrimento, claro em sintomas como distúrbios de sono, alterações no comportamento, irritabilidade, desejo de se isolar, mudanças no apetite.

A escola é uma boa vitrine. Atitudes mais agressivas com amigos e professores, comportamentos mais agitados, isolamento e queda no desempenho são alguns sinais de que a criança não está bem. Por isso é fundamental que a escola seja informada do que está se passando em casa.

ada-2A rotina da criança e seu círculo social, de qualquer forma, devem ser mantidos. É importante para ela, nesta fase, ir à escola, preservar relacionamentos com amigos, ter a chance de trocar experiências, tirar a mente um pouco do ambiente familiar e sustentar as responsabilidades do dia-a-dia. Bem como é fundamental manter os eventos sociais familiares, de ambas as partes. Se o dia da festa calhar de ser em final de semana ou dia em que o combinado seja estar com o outro pai, é hora de negociar encontros substitutos. Tudo pela convivência.

No geral, tente sempre conversar. É importante deixar a criança expressar sua tristeza, sem pressioná-la para reagir positivamente. Além de falar, a criança deve ter outras maneiras para expressar seus sentimentos, extravasar, deixar fluírem suas emoções. Isso pode acontecer por meio da prática de um esporte, em atividades com arte e música e até por meio de brincadeiras. Os pais têm de ficar atentos a isso e, se notarem acriança demasiadamente fechada, uma terapia pode ser uma boa alternativa.

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Psicopedagoga Ada Carvalho
Avenida: Biu de Deda, 531 – 1º Andar

(Conhecida como Rua dos Pacas)
Santa Cruz do Capibaribe-PE
Fone/WhatsApp – (81) 99681-5201

Confira outras matérias de Ada Carvalho clicando “AQUI”.

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